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Ary Pararraios

 

Momentos de paz, de amor, de solidão, de sonhos que não se repetem. A luz pela cor e não pelo branco. Divagações profundas e descobertas na sequência serena do entardecer, com os detalhes de quem vê os momentos finais em etapas: princípio, meio e fim. Um verdadeiro banho de cores que nunca se violentam e onde a mais viva, por mais que o seja, não fere. Se confundem propostas, reflexões, nuanças, técnicas e o incrível renovar-se. Obra e artista se confundindo, dando, por isso mesmo, a conjunção ser-universo, o homem às vezes perdido, extasiado ou simplesmente fazendo parte do todo. Por aí é que se perde ou se acha Lêda. Pelo cosmo, pela complicada arte da gravura ou pela simplicidade de sua ótica.

Jornal de Brasília

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